Livrar-se do que não nos é necessário nem sempre é uma tarefa fácil. Geralmente relutamos em simplesmente dividir algo. Por outro lado, alguns realmente não sentem a menor dificuldade em se desfazer de seus objetos, muitas vezes decartando-os em locais públicos da cidade. Porém, existem diversas instituições dispostas a dar um novo dono aos objetos que as pessoas não querem mais ou não podem mais administrar.
Tudo pode ser doado: roupas, livros, plantas, cãezinhos. Para qualquer tipo de doação existe uma instituição ou casa que as aceita. Para quem quiser doar uma planta, por exemplo, existe o Projeto Pomar, que recebe todo tipo de plantas, incluindo mudas e árvores. Elas são utilizadas no próprio projeto, ao longo do Rio Pinheiros, ou direcionadas a outras propostas ambientais.
Outra boa dica é doar computadores usados para o Comitê para a Democratização da Informática de São Paulo (DCI). As máquinas são utilizadas em escolas mantidas em regiões carentes da cidade. A única exigência do DCI é que os PCs tenham no mínimo um processador Pentium 100, disco rígido de 2GB e memória RAM de 32 MB.
Para a doação de um animal, como um cachorro, o processo é um pouco mais complicado. É preciso seguir uma série de regras visando o bem-estar do animal: levá-lo antes ao veterinário para ser vacinado, vermifugado e castrado. Depois, divulgar a doação em clínicas veterinárias e ONGs. Não é adequado doar para abrigos.
Para quem quiser doar objetos, desde roupas até carros, uma ótima opção é o Bazar Samburá, que possui até uma equipe para retirar doações. A instituição é ligada ao lar Escola São Francisco, que presta assistência a deficientes físicos